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O grafite da Química não é o da rua e nem da escola

grafite

O grafite da Química não igual ao grafite da rua é um post sobre os dois tipos de grafite que existem. Então, vamos lá. Quando se fala em grafite a primeira coisa que nos vem a mente são aquelas pinturas esquisitas existentes nos muros e prédios das grandes cidades.

Então, esse grafite é um tipo de manifestação artística que surgiu em Nova York (Estados Unidos) na década de 1970. Dessa forma, esse grafite é um movimento das artes plásticas, em que o artista cria uma linguagem intencional para interferir na cidade. A princípio, esses artistas aproveitam os espaços públicos para fazer uma crítica social. Assim, os grafiteiros utilizam muito o spray em lata. 

O grafite nas escolas

Nas escolas o grafite está nas mãos, sobretudo, dos alunos na forma de lápis ou lapiseiras. Então, o lápis moderno apareceu no século XVI, depois que se descobriram as primeiras jazidas de grafite na Inglaterra. Bom, até hoje em inglês chama-se o lápis grafite de “lead pencil” que quer dizer lápis de chumbo (Pb).

Em 1795, o químico francês Nicholas Jacques Conté desenvolveu e patenteou o processo moderno de produção de lápis. Em princípio, ele misturou o grafite em pó com argila que, depois de moldados eram endurecidos em alta temperatura, o que possibilitou o desenvolvimento de diversos graus de dureza do grafite. Dessa forma, as inovações que se seguiram estão mais ligadas à industrialização da produção de lápis. A princípio, durante o século XIX e início do século XX, além do lápis grafite, os alunos usavam na escola lápis feitos de ardósia e de pedra-sabão bem macias para escrever em lousas de ardósia que tinham grau mais duro.

Como é a estrutura do grafite?

Quimicamente, grafite é um mineral cinza escuro, metálico e macio, que ocorre na natureza em forma de cristais hexagonais com estrutura em camadas. Então, você pode chamá-lo também de chumbo negro ou grafita – nomenclatura como os cientista o chamam. O grafite é o resultado de uma rede frouxa formada apenas por átomos de carbono, que lhe permite maleabilidade.

Estrutura do grafite

A grafite tem uma estrutura covalente gigante na qual:

Como os elétrons deslocalizados da estrutura química do grafite são livres para se mover, ele tem a capacidade de conduzi a eletricidade.

Descubra aqui mais sobre outros alótropos de carbono

Como é a estrutura de um pentadiamante

O Diamante e o carbono

As bolas de carbono

Aplicação do grafite

Considerações finais

Então, espero que você tenha entendido as diferenças entre o grafite das ruas, da escola e da química. Esse foi um post para nós pensamos como não são as formas químicas alótropas que existe sobre a palavra grafite. Na verdade existem muitos outros usos da palavra grafite. Mas caso ainda tenha dúvida não pense duas vezes faça parte da comunidade do Clube da Química para receber nossas novidades. Assim, nos siga em nossas redes sociais no:

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Até a próxima

Fonte

Mundo Educação

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