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Conheça os benefício do iodo na saúde

Bócio

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A primeira vez que ouvir falar do iodo (I) foi quando minha mãe falou do sal. Fiquei muito tempo sem entender o papel do iodo no sal. Por outro lado, fiquei sabendo que nós brasileiros temos problema com a falta de iodo (I) quando vamos morar na Europa.

Mas, qual o papel do iodo (I), então? O iodo (I) é um elemento essencial para a biossíntese de hormônios na tireoide. Por exemplo, como tiroxina (T4) e triiodotironina (T3). Bom, esse hormônios são fundamentais no desenvolvimento fetal, na regulação metabólica das células e no crescimento físico e neurológico dos seres humanos.

A princípio, sempre ouvimos falar de que problemas na tireoide levam famosos a terem câncer. Por exemplo, Carla Diaz, Hêlo Pinheiro, Regiane Tápias, Tânia Oliveira entre tantos outros. Uma das causas desse problemas é a deficiência de iodo (I). Dessa forma, neste post mostraremos os benefícios do iodo (I) para a saúde 

Onde encontramos o Iodo no mundo

Em princípio, a distribuição do iodo (I) na Terra ocorre de forma ampla, porém desigual. Assim, os oceanos representam o maior reservatório de iodo (I), contendo em média 60 μg/L, nas formas dos ânions iodato (IO3) e iodeto (I). Por exemplo,  algas, peixes marinhos e crustáceos são as fontes mais ricas, contendo 4.920 e 650-610 μg/Kg, respectivamente. Por outro lado, a volatilização distribui as espécies inorgânicas e orgânicas de iodo (I)  do ambiente marinho para a atmosfera. Dessa forma, o iodo (I) é transportado para o ambiente terrestre.  Assim, tem-se uma influência direta das concentrações do iodo (I) no solo, corpo hídrico e atmosfera.

A deficiência do iodo no mundo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de dois bilhões de pessoas ao redor do mundo ingerem quantidades diárias de iodo (I) insuficientes para o funcionamento saudável da tireoide. Por outro lado, o mundo tem reduzido em 5% o número de casos com deficiência de iodo (I) desde 2003.  Todavia, cerca de 47 países são deficientes na ingestão de iodo (I).

Então, as Américas apresentam o menor número de casos de deficiência nutricional do elemento (10,6%), enquanto a Europa possui o maior índice, com 52,4%. Então, a baixa deficiência de iodo (I) no continente americano deve-se ao consumo do sal de mesa iodado (IO3).

Em princípio, o brasileiro consome em média 12 g de sal diariamente, o que corresponde à ingestão de 0,6 mg de iodato (IO3). A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que acima de 12 anos, o consumo ideal do ânion (IO3) é de 0,15 mg. Portanto, ingerimos quantidades quatro vezes maiores que o recomendado para a síntese dos hormônios da tireoide. Por outro lado, a nutrição excessiva do iodo (I) também apresenta riscos à saúde, porém bem menores quando comparados com os potenciais danos causados pela sua deficiência.

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Fonte

Ecycle

Longevidade Saudavel

Iodo: riscos e benefícios para a saúde humana

Mundo Educação

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