Polienos fácil sintetizar, como podemos obtê-los? Então, lá vamos nós. Os polienos são mais conhecidos como antifúngicos ou antimicóticos. Dessa forma, utiliza-se esse remédio fungicida ou fungistático para tratar e prevenir micoses, por exemplo, pé de atleta; dermatofitoses; candidíase; infecções sistémicas como meningite por Cryptococcus spp. Bom, compram-se esses remédios normalmente com receita médica. Todavia, alguns desses remédios estão livremente disponíveis nas farmácias.
Então, polienos são compostos orgânicos poli-insaturados que contém um ou mais sequências de ligações carbono-carbono duplas e simples. Além disso, as ligações duplas carbono-carbono interagem em um processo conhecido como ressonância.

Existem um classe importante de polienos que constituem um grupo de antifúngico chamados de poliênicos. Dentre os quais podem ser citados:
- Imidazólicos (Por exemplo, bifonazol, butoconazol, cetoconazol, entre outros)
- Triazólicos (Por exemplo, albaconazol, efinaconazol, fluconazol, entre outros)
- Tiazólicos (Por exemplo, abafungina)
Sintese de polienos
Eles ocorrem na natureza, são reativos e desempenham um papel em muitos processos biológicos: os polienos. Ou seja, não é de se admirar que os químicos estejam há muito tempo interessados. Dessa forma, para os químicos uma síntese eficiente desses compostos possibilita futuras aplicações na medicina. Hoje, produzir remédio simples e baratos é dos grandes desafios para os químicos orgânicos.
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Então, cientistas da Universidade de Münster chefiados pelo Prof. Ryan Gilmour conseguiram uma solução simples para sintetizar polienos. Eles conseguiram produzir polienos complexos como ácido retinóico com alcenos simples. Para produzir polienos, os cientistas usaram moléculas pequenas. Por conseguinte, eles excitaram essas moléculas pequenas com luz e produziram os polienos, Então, este processo é chamado de “Catálise de transferência de energia”.
A princípio, essa nova síntese facilita a descoberta de novos medicamentos a base de polienos. Os autores publicaram seus resultados na na revista “Science”.
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